Se você esta continuando a leitura é porque assim como eu, queremos a verdade. Não consigo entender como todos os responsáveis pelo governo americano e as entidades de todo o mundo ainda insistem em tentar enganar toda a população, pelo jeito ate se deixa entender que os problemas atuais do país se restringem apenas a America do sul, já se passou 2 semanas que tudo aconteceu e é claro que esta nítido a queda da grande dinastia americana, a questão é por que chegou a esse ponto, e o que ira acontecer se isso se espalhar para fora das nossas fronteiras.
As pessoas tentaram fugir, mas os aeroportos foram fechados e todas as fronteiras foram seladas impedindo que qualquer um saia, muitos se arriscaram pela passagem para o México, no entanto a indícios que os mortos caminham por la e ao fim da fronteira grandes barricadas foram montadas.
Desde o fatídico dia que o primeiro zumbi fez sua vitima no subúrbio de San Diego, não se falou mais em outra coisa nos tablóides de todo mundo, no entanto poucas foram às manchetes que sequer citavam a possibilidade de investigar algo maior, no entanto todas as 17 notas que enviei a todos os maiores jornais que conheço o nunca foram publicadas. Era obvio que eles não queriam que minha matéria chegasse à mídia, mas questão é por quê?
Um pouco antes que tudo ficasse um caos, me lembro de ter ficado impressionada com o que li no jornal, e o que foi dito nas mídias alternativas e na televisão. Aonde se referiam a uma simples epidemia causada por pessoas que estavam sendo tratadas com novas drogas contra o câncer. Drogas que utilizadas em dosagens altas demais causou danos psicológicos e motores, fazendo as vitimas ficarem agressivas. Obviamente também que isso não durou muito, em alguns países, como Vaticano e nos países Árabes, eles defendem uma forte crença em que dizem ser o fim dos tempos e que essas pessoas que com certeza não estão mais vivas e não são mais normais, são na verdade alguma forma de demônios que destruíram a raça amaldiçoada americana de forma que pagaremos pelos pecados aqui empregados por décadas e décadas de erros passados e presentes. Só tenho que acrescentar que isso apenas complicou ainda mais ainda ajuda que não vem, e com certeza as portas estarão fechadas nos pólos religiosos.
É mais do que claro que o Canadá fechou os principais pontos de acesso, e os demais países da Europa e Ásia fizeram o mesmo, agora cada pais se tornaram seu próprio fortes de guerra aonde suas fronteiras são como grandes portas protegidas pelo exercito local, isso deixou o EUA em torno de um grande fogo cruzado aonde não se pode sair.
Nesse ponto acredito que sou uma pessoa privilegiada já que no momento que eu já não tinha mais saída encontrei um pequeno grupo canadense do exercito e das forças pacifistas quando cheguei a divida de Montana, eles montaram um pequeno acampamento em um dos pontos mais próximos da fronteira aonde tentei chegar. Eles estariam esperando o maximo possível de pessoas para levar embora, e o restante do grupo iria retornar ate aonde era possível para encontrar sobreviventes.
Qualquer pessoa normal teria ido embora com o grupo de buscas, mas com certeza eu na estava entre elas. Eu retornei com eles, como a quarta voluntária, dois militares que abriram mão de seus postos, Alex e Charles, um civil Dimitri que perdeu contato com sua esposa em Utah, e agora eu, Regina Anderson. Décimo nono dia, setembro de 2009, 20h33.
Depois de dois dias de viagem, passamos por dois estados, Montana e Idaho. Nós revezamos varias vezes ao volante da Van com placa e adesivos que mostra ser uma base móvel do exercito Canadense.
A rodovia principal que teoricamente nos levaria ate Nevada estava praticamente vazia ate aquele ponto, nas 48h de viagem ate aqui, vi apenas poucos carros abandonados na beira da estrada, pelo menos isso se repetiu ate aquele instante.
Charles dirigia enquanto Alex procura em um mapa rotas alternativas para chegarmos ate o Iron Gates, lugar que ouvi muito falar nas ultimas transmissões de radio cinco dias antes das transmissões pararem.
- Nem se parece será mesma rodovia que há uma semana estava cheia daquelas pessoas infectadas. – disse Dimitri olhando para ambos os lados no banco de trás.
- Não da pra saber se eles são mesmo doentes, já que nem se sabe se existe uma cura para isso. – completei com certo tom de desconfiança.
Percebi que mais uma vez que Dimitri terminara de tentar mais uma vez ligar para um numero de seu celular, com certeza seria para sua esposa, que ele disse não ver há mais de oito dias, desde que o trem que estaria trazendo ela ate Utah com vários refugiados de outros estados nunca chegou ao seu destino na capital.
Nesse momento comecei a pensar a pensar um pouco em mim, nos meus familiares amigos e conhecidos que já não via a meses, tudo parecia tão normal, simples, com minha rotina ate então cansativa, tinha acabado de sair de um relacionamento que não deu certo devido a distancia e por culpa do meu desinteresse em constituir uma família. Mas ainda me lembro daquele dia.
Era o fim do meu expediente e as noticias do acidente com o ônibus tinha sido noticia o dia todo em todos os noticiários, e como jornalista editei varias matérias para o jornal de Dakota News da Dakota do Norte aonde eu tinha sido transferida, o engraçado era que para nos aquilo que aconteceu em São Diego não passou de um incidente de provocado por um maníaco louco, mais um serial killer americano. Faltavam apenas algumas quadras para chegar em casa, quando parei em um sinal vermelho e enquanto procurava uma estação de radio, vi passar em minha frente um carro desgovernado que se chocou com uma casa.
A batida provocou um barulho ensurdecedor, e fiquei imóvel um instante, as pessoas rapidamente saíram de suas casas e carros pra ver o que tinha acontecido, pessoas já estavam perto do carro tentando falar com o motorista, minutos após a ambulância chegar gritos foram ouvidos parecia que milagrosamente as 2 pessoas do carro estavam vivas.
Ao retirarem a moça que dirigia e colocá-la na maca, ela começou a se debater e a emitir ruídos estranhos como se estivesse gruindo de dor.
Foi ai que aconteceu, ao tentar ajudá-la a atendente da ambulância ao colocar a mão perto da moça para talvez tentar acalmar a vitima, quando teve seu braço fortemente segurado, sem entender ela tentava conversar, mas recebeu uma mordida forte no ante braço.
A violência foi tanta que eu pude ver aquela moça puxar o braço e uma parte de sua pele ficar na boca da garota, que mastigava o que ficou preso em sua boca enquanto gritava insanamente. Depois disso tudo ficou confuso, pessoas tentaram ajudar a atendente que chorava de dor, enquanto outros amordaçavam a vitima do acidente. Eu assustada entrei em meu carro e dirigi rapidamente ate em casa aonde já liguei para meus pais que moram no interior a terem cuidado e procurarem a casa do meu irmão. Sem entender muito eles pediram para eu ficar calma e que estava tudo bem por la. Três dias depois que os ataques já ficarão mais intensos falei pela ultima vez com eles, que se preparavam já para seguir ao campo de refugiados, já que a cidade começava a ter seus primeiros casos.
Dias se passaram e as linhas telefônicas começaram a dar defeito, então trocamos apenas mensagens de texto que demoravam horas para chegar. A ultima noticia que tive foi que pro segurança eles seriam removidos de onde eles estavam e seguiram de avião ate a capital de Montana, por isso abandonei o refugio de Dakota do Norte para encontrá-los. Mas inexplicavelmente o local simplesmente não existia mais quando eu cheguei. Após alguns dias tentando encontrar uma rota livre para chegar à divisa encontrei Dimitri e os outros. Ate aquele momento em que eu fiquei um tempo relembrando de tudo que tinha acontecido ate aqui, duvidas começaram a surgir ainda mais na minha cabeça. E cada vez mais começava a pensar que nada daquilo era uma simples coincidência e sim uma grande conspiração que mudou a vida de milhares de pessoas e dizimou um país inteiro, só não conseguia assimilar com qual propósito.
Fui surpreendida com um forte tranco devido à brusca frenagem que a van deu.
- Meu Deus, por que você fez isso? –perguntei com as duas mãos no cinto que quase me machucou.
-Silencio, não faça mais barulho. –resmungou Charles. Voltei os olhos para frente através do vidro do veiculo e a poucos metros de onde paramos estavam parados dezenas de pessoas, ao fixar mais o olhar era nítido que não eram mais pessoas ali, muitas deitadas outras cambaleando e tropeçando entre si, todos machucados, alguns sangrando ou faltando algum pedaço do corpo. Logo atrás deles havia vários carros tombados e um caminhão de carga tombada bloqueando o caminho.
- São muito! – disse Dimitri assustado.
-Sim e não tem como prosseguir, é melhor voltarmos? – olhou Charles esperando resposta de Alex.
- Negativo, um caminho alternativo demorara demais pra encontrarmos, essa é nossa ultima chance. – respondeu Alex
- Utilize a grama do canteiro Charles, e não pare por nada! – com firmeza na voz olhando para Charles.
- Bem se não tem outro jeito segurem-se todos, nos vamos passar. – Charles apertou forte a mão no volante e começou a acelerar.
Assim a van começou lentamente a ganhar velocidade enquanto tomava o caminho da esquerda da pista, o barulho do motor e dos pneus que já estavam na terra e na grama chamaram a atenção dos mortos, que muito rapidamente começaram a caminhar em direção a nó s. Fechei meus olhos para não ver aquilo, mas o som não deixou duvidas para mim, estávamos passando por cima deles, muitos jogados ao longe, outros eram esmagados pelas rodas do veiculo, que por um instante perdia velocidade e dava pequenos saltos como se estivesse passando sobre varias lombadas seguidas.
- Acelera! O que você esta fazendo? – gritou Alex.
- Eu sei, eu sei, mas essas coisas estão em toda parte! – Charles respondeu com voz tensa enquanto pisava com toda força no acelerador. Como formigas que encontram uma bala no chão, eles se aglomeraram uns sobre os outros para nos cercar. Olhando eles de longe não se conseguiria distingui-los de pessoas normais, há não ser seu estranho jeito de andar com pouca coordenação motora. Mas olhando agora essas pobres almas atrás vez do vidro, pude perceber que quase todos não teriam condições de nem se manter em pé em condições normais.
Muitos tinham a pele já em estado de decomposição, alguns com fraturas expostas, outros simplesmente não tinham alguma parte de seu corpo.
No entanto em torno de toda aquela tensão e medo que eu sentia por saber que aquelas pessoas queriam atravessar o vidro para assim poder se alimentar da minha carne, algo chamou minha atenção. Um jovem rapaz que estava bem perto ao vidro, com a pele escura e os cabelos quase raspados, eles dava tapas e tentava empurrar a lataria do veiculo, mas seus olhos eram diferentes com um tom vermelho mostrava uma intensa irritação, a Iris era púrpura bem forte que chegavam a se destacar na no escuro da noite, e suas pupilas muito dilatadas. Talvez naquele momento eu fosse a primeira pessoa a ter prestado atenção nesse detalhe, e espero que possa utilizar disso para um dia achar a cura e principalmente os responsáveis.
Repentinamente o vidro de trás começou a trincar rapidamente por causa dos incessantes socos que ele estava recebendo.
-Temos que sair daqui ou eles iram entrar! – Alertou Dimitri que estava desesperado ao ver o vidro.
A van avançava lentamente pela beira da estrada, Alex que não suportava mais ver que aos pouco ficávamos mais e mais presos ali tomou uma atitude drástica.
- Charles. Vou atirar com suar arma neles, e quando eu conseguir derrubar os da frente, você tira a gente daqui. – sugeriu Alex.
Sem muitas opções Charles concordou com um balançar de cabeça e do lado de seu banco retirou uma espingarda de calibre 12 que ele possuía.
Alex a empunhou e a colocou rente ao vidro e disparou.
O disparo estilhaçou uma parte do vidro dianteiro, e por aquele espaço Alex utilizou de seu vasto conhecimento em armas para derrubar um a um com tiros na altura do peito.
Os disparos ecoavam dentro da van fazendo se tornar quase impossível se ouvir qualquer outra coisa. E a cada disparou dado sangue era espirado na frente e do vidro do veiculo, ate que após derrubar seis ou sete dos mortos, Charles conseguia fazer a van andar finalmente e assim pegar velocidade e em poucos segundos ela deu um forte tranco e saiu em direção ao acostamento.
À medida que nos distanciávamos do bando de mortos, eles começaram a perseguir o carro com passos rápidos, mas em vão. Após alguns minutos todos estavam em silencio, mas aliviados pelo perigo que tinha passado.
- Meu Deus. Ainda bem que conseguimos. – respirei fundo ao terminar minha frase.
- Alex falta muito ainda para sairmos daqui e chegar ao abrigo do mapa? – perguntei já que imaginei não ser o único lugar da rodovia como aquele que acabamos de passar.
- Sim infelizmente entre três a quatro horas se não acontecer nada de errado. – respondeu.
Após o ponto onde estavam vários carros destruídos e revirados a continuidade da rodovia se mostrou calma e limpa.
Em torno de um quilometro a frente Charles dirigia acelerando o maximo que o veiculo respondia, mas era evidente que ele estava abalado. Suando muito e com as mãos trêmulas ele retirava enxugava varias vezes o suor do rosto com as mãos. Alex ao perceber a dificuldade do amigo perguntou com preocupação:
- Ei parceiro, esta tudo bem? Você me parece péssimo.
- Não se preocupe, eu to legal, só um pouco agitado. – Charles respondeu pausadamente e esboçou um sorriso.
Já passavam da 22h e a viagem tensa durante aquela noite parecia não ter fim, a cada fresta de carro tombado na pista Dimitri e Alex procuravam observar bem aquilo que a noite os permitia.
Mas foi a frente que após uma pequena inclinação na rodovia aonde algo chamou a atenção de todos. Um clarão a menos de um quilometro a frente, aonde um grande caminhão tombado na horizontal tomava toda a pista.
- Mas que merda é essa. – falou Alex com ele mesmo.
À medida que chegávamos mais perto pude ler em meios as chamas o gigantesco baú que possuía um nome que já tinha ouvido muito falar, EVA.
Era uma divisão de uma enorme corporação americana que destruiu dezenas de patentes de remédios importantes para assim utilizá-los e refaze-los com novas formulas e um preço mais elevado, durante anos foi investigado e indiciado, mas inutilmente jamais alguém conseguiu alguma prova contra seus donos ainda desconhecidos.
Paramos a van próximo ao local do acidente saímos todos do veiculo para procurarmos uma maneira de passar por ali.
Não era possível se aproximar demais das chamas mas Alex logo percebeu que atrás do caminhão estavam pelo menos mais 4 veículos também em chamas.
- Mas que droga, seja la o que aconteceu aqui, não vai ter como passar. Disse ele.
- Será que vamos ter que voltar? – se perguntou Charles.
Do outro lado Dimitri e eu olhávamos pelo acostamento procurando espaço para tentar passar com o carro. Mas assim como Alex vimos à fileira adiante de carros jogados no acostamento de ambos os lados em chamas.
- Ate parece que é de sacanagem isso. – disse Dimitri irritado.
Ao ver que não haveria saída Dimitri volta ate a van e sobe em cima do capo para tentar enxergar alguma coisa de um ponto mais alto.
Enquanto eu olhava as arvores a volta da estrada percebi algo que ate então na tinha reparado, de alguns quilômetros ate aqui o acostamento tinha uma densa floresta que fazia a rodovia ser apenas um caminho sem muitas opções, mas do lado que estava existia uma trilha para dentro dela. E uma placa que estava retorcida jogada ao chão.
Nela estava escrito. Hill of angels – City 1,5 km.
Chamei Charles para ver a placar.
- Você se lembra de ter visto esse nome no mapa? –perguntei a ele enquanto olhava para o desvio na floresta.
- Não se For uma cidade deve ser bem pequena, ou nova para estar no mapa. – respondeu
- Sem chance galera, deixar a van aqui e procurar uma cidade de fim de mundo aonde nem esta no mapa esta fora de cogitação. – disse Alex negando a suposta idéia que eu ira dar.
- E alem do mais...
Alex continuaria as frase para nos convencer mas no meio das chamas ele avistou alguma coisa se mexer. Fixamos nossos olhares pela fresta de chamas e vimos zumbis caminhando pelas chamas, em nossa direção.
- São eles, são eles, temos que dar o fora daqui. – disse Dimitri enquanto procurava algum lugar para aonde poderia fugir de cima do veiculo parado.
- Malditos. Regina, Charles voltem para o carro. – sugeriu Alex que empunhou sua 9mm e abriu fogo contra os mortos incendiados.
Os disparos ecoavam perto do acostamento, mas enquanto Charles recarregava sua arma, eu olhava para todos os lados e não existia saída. A não ser a pequena trilha ate a cidade que ninguém conhecia.
- Temos que sair daqui. Vamos pela trilha é o único jeito. – gritei o mais alto que pude.
- Não se preocupe esta tudo sobre controle. – respondeu no Alex enquanto derrubava os últimos zumbis que ele avistava.
Mas o que ninguém percebeu foi que em nossa frente em meio a chamas do enorme caminhão, algo subia ate a parte mais alta da cabine tombada, algo muito maior que homens. Encoberto pelo fogo era impossível saber o que era exatamente.
Dimitri que ainda estava em cima do capo do carro, assustado não pode acreditar no que seus olhos acabaram de ver.
A criatura carregava em uma das mãos uma roda em chamas que em uma fração de segundo se tornou uma arma letal ao arremessá-la no indefeso homem que apenas teve tempo de nos alertar.
- Regina! Corram! – Gritou Dimitri a plenos pulmões.
Quando olhei para cima apenas vi a roda sendo arremessada com uma força inimaginável em sua direção a ele e sendo encravada fortemente em seu peito. E com o impacto Dimitri foi arremessado ao longe, como se ele fosse apenas um obstáculo no caminho do projétil.
- Não! – foi à única palavra que saiu de minha boca.
Com o enorme susto Alex começou a atirar sem pensar no assassino de Dimitri.
- Filho da mãe!
Nesse instante Charles recuava e atirou três vezes, mas a cada cartucho que caia no chão a criatura apenas levava pequenos trancos e se manteve imóvel.
- Vamos fugir! Gritava Charles.
- Corre Regina pela trilha corre! – completou
Comecei a correr pelo caminho que se formava ao meu lado e logo atrás Charles acompanhava.
Mas quando Alex se deu conta e tentou nos acompanhar a criatura que estava em cima de nos pulou em frente de Alex que ficou imóvel com sua arma empunhada.
Apenas um tiro a mais foi ouvido por nos, e logo após um silencio tomou conta de tudo o que se ouviu depois foi apenas um alto e agudo grunhido como se a criatura estivesse satisfeita com sua vitoria.

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